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terça-feira, março 29

PRESIDENTE EM EXERCÍCIO, TEMER DIVULGA NOTA

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O ex-vice-presidente José Alencar Gomes da Silva foi exemplo de luta, perseverança e superação para todos os brasileiros. Mesmo nos momentos de maior sofrimento pessoal, transmitia otimismo permanente e fé inquebrantável. A quem o procurava para oferecer conforto pela dura provação pela qual passava, retribuía com alegria, bom humor e desassombro.

Homem público de valor inestimável, José Alencar teve carreira de sucesso como empreendedor no setor de tecidos e confecções, tornando-se um dos maiores líderes empresariais do país. Tornou-se, ademais disso, conhecido nacionalmente por integrar um governo profundamente comprometido com a justiça social.

A perda de José Alencar é imensa devido à grande estatura que ele alcançou durante sua vida, seja como empresário, seja como político. Sempre de forma irreparável e exemplar. Lamento profundamente a morte desse mineiro que não conhecia fronteiras e acreditou sempre no Brasil. Transmito em meu nome, em nome da presidente Dilma Rousseff nossa solidariedade à família e aos amigos nesta hora triste.

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CÂMARA CANCELA SESSÃO EM HOMENAGEM A ALENCAR

A Câmara dos Deputados fez um minuto de silêncio durante sessão ocorrida no Plenário desta terça-feira em homenagem ao ex-vice-presidente José Alencar falecido por volta das 14h41. A sessão plenária chegou a ser cancelada e as votações foram transferiadas para a próxima semana.

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A CRUZADA DE ALENCAR CONTRA OS JUROS

Logo após tomar posse pela primeira vez como vice-presidente, em janeiro de 2003, José Alencar desencadeou uma cruzada pela redução da taxa de juros brasileira, mantida em patamar elevado pelo Banco Central como forma de prevenção contra a inflação.

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A partir de 2006, a taxa, que estava em 17,25% ao ano, começou a cair e atingiu em julho de 2009 o patamar de 8,75% ao ano. Depois desse índice, teve alta e terminou o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 10,75%.

Já nos primeiros meses do primeiro mandato de Lula, a equipe comandada pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, recebia elogios de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial pelo desempenho na contenção do dólar e da inflação. Mas não de Alencar.

Empresário que se converteu em político apenas em 1994, ele não poupou críticas aos pontos centrais da política econômica adotada, logo se convertendo numa polêmica voz dissonante dentro do próprio governo.

Como vamos crescer, gerar empregos e distribuir renda com o país cada vez mais empobrecido? O empobrecimento advém desses juros que nós temos de derrubar para valer quanto antes, disse Alencar à revista Época em abril de 2003.

Desde então, as críticas se tornaram constantes. Numa das últimas entrevistas coletivas que concedeu como vice-presidente, disse que a questão dos juros não era técnica, mas política, e sugeriu que o Banco Central deveria acatar uma ordem do Executivo para adotar taxas de juros “de mercado.

A taxa média básica de juros reais no mundo é de –0,3%. Nos países desenvolvidos, essa taxa básica média de juros reais é de –0,5%. Nos países emergentes, é de 0%. E no Brasil, a taxa média real dos juros é 8%. Isso é inexplicável, justificou na ocasião.

Sempre que teve oportunidade, Alencar explicava, com didatismo e paciência, as razões que o levavam a criticar as altas taxas de juros, logo repetidas também como receita contra a crise financeira global.

Para escovar os dentes, eu fecho a torneira, porque mamãe me ensinou assim. Fazemos [no governo] todo tipo de economia, mas não vale nada com os juros nesse patamar, disse em entrevista à colunista Miriam Leitão.

Segundo Alencar, entretanto, suas opiniões não tinham grande peso nas ações do presidente Lula. Ele não vê pendurado no meu pescoço um diploma de economista. Então, acho que com toda razão ele pensa que o Alencar não tem autoridade para falar sobre isso.

Quando recebeu uma homenagem da Câmara dos Deputados e chorou ao contar momentos de sua história, Alencar voltou ao tema e resumiu seu pensamento sobre a política econômica.

O Brasil pode perfeitamente crescer a uma taxa muito boa, de 5% ou 6% ao ano, sem inflação, independentemente de aumentar taxa de juros, mesmo porque as taxas de juros do Brasil são as mais elevadas do mundo. O Brasil hoje é um dos países do Primeiro Mundo e não tem mais sentido conviver com esse tipo de taxa de juros [com] que nós temos convivido, afirmou.

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A LUTA PELA VIDA QUE COMOVEU O BRASIL

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Por 13 anos, José Alencar travou uma longa luta contra o câncer. Só nos últimos quatro anos, desde a descoberta de um tumor, foram treze cirurgias, que o ex-vice-presidente encarou com confiança (estou acostumado a montar em cavalo bravo), bom humor (estamos espantando o câncer no tiro) e serenidade (vamos ao jogo da vida). Tal recorrência de internações e procedimentos clínicos comoveu o país e acabou fazendo de Alencar um exemplo admirável de perseverança e espírito de luta.

Em 1997, Alencar extirpou um tumor do rim direito e outro do estômago. Por isso, perdeu dois terços do estômago. Em 2000, já senador por Minas Gerais, foi detectada uma anomalia na próstata, retirada em 2002. Por recomendação médica, Alencar, que tinha então 71 anos, teve uma participação discreta na campanha de Lula. Mas, na sua primeira entrevista após a vitória, Lula fez questão de lhe render homenagem. "Quero de público aqui agradecer a participação jovial do meu vice-presidente da República. Por onde eu andava, o Zé Alencar já tinha participado como se fosse um menino de 18 anos."

Em 2004, ele passou por uma cirurgia com Ivo Pitanguy, para a retirada de um excesso de pele no nariz que dificultava sua respiração. No mesmo ano, retirou a vesícula biliar e, durante a recuperação, contraiu pneumonia no pulmão direito. No ano seguinte, submeteu-se a um cateterismo cardíaco e a uma angioplastia (cirurgia simples para desobstrução da artéria).

Em julho de 2006, Alencar foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor no abdômen no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Em novembro, nova intervenção, desta vez no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, um dos maiores centros oncológicos do planeta, para extirpar o mesmo câncer - que se regenerara. Descoberto durante um exame de rotina, o tumor, de aproximadamente 4 centímetros de diâmetro, era maligno. Em 2007 e 2008, duas novas intervenções pela mesma razão - um sarcoma na região do retroperitônio.

Em 28 de janeiro de 2009, foi submetido à mais longa e complexa cirurgia de todas, em sua longa jornada em busca da cura. Era a quinta tentativa de remover o sarcoma detectado em 2006. Em dezessete horas e meia, os médicos retiraram 15 nódulos malignos da região abdominal. Uma operação rara. “Quanta moça bonita”, disse Alencar às enfermeiras antes da cirurgia, dando mostra outra vez do conhecido bom humor.

Em maio, os tumores na região abdominal reapareceram. O então vice-presidente foi então para Houston, nos Estados Unidos, tentar ser admitido em um tratamento experimental com um medicamento em fase de testes contra o câncer. Ele recebeu a autorização para participar como voluntário do programa realizado pelo centro de tratamento de câncer M.D Anderson e retornou para o Brasil. Os dois remédios testados em Alencar atuavam na causa do sarcoma, ou seja, na célula responsável pela formação do tumor, e não nas células cancerígenas. O medicamento já havia obtido resultados satisfatórios em outros 30 pacientes.

No começo de julho, porém, as dores abdominais voltaram e Alencar teve que antecipar sua ida ao hospital, marcada para os dias seguintes. Desta vez, os médicos, que haviam optado por esperar os resultados do tratamento com o novo medicamento, recomendaram uma nova cirurgia de seis horas para a desobstrução intestinal. A operação também serviu para que eles retirassem 10 nódulos do abdômen do vice-presidente.

Em maio de 2010, quase um ano depois da última internação, esteve hospitalizado por dois dias em virtude de anemia e congestão pulmonar. Na ocasião, afirmou que sua doença estava regredindo a cada dia e brincou dizendo que o tumor estava sendo espantado no tiro.

Alencar seguia o tratamento contra o câncer com sessões de quimioterapia quando, em julho, deu entrada no Hospital Sírio-Libanês com quadro de hipertensão. Voltaria ao mesmo hospital em setembro para tratar um edema agudo de pulmão; em 6 de outubro para substituição de um cateter no rim esquerdo; em 25 de outubro para tratar um caso de obstrução intestinal e, dias depois, um infarto agudo do miocárdio; em novembro, para a retirada de parte do intestino delgado; em dezembro, por conta de uma grave hemorragia no abdômen, que lhe impediu de estar presente na posse da petista Dilma Rousseff, em 1º de janeiro.

Essa última internação durou 33 dias. Em fevereiro, foi novamente internado, por causa de uma peritonite, inflamação na membrana que reveste a parte interna do abdômen. Permaneceu no hospital por 35 dias. A derradeira internação ocorreu na segunda, por causa de uma perfuração no intestino. Durou mais um dia.

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sexta-feira, julho 30

NOVA DATA DA MORTE DE ELIZA É DIVULGADA

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A Polícia Civil de Minas Gerais alterou a data em que afirma que Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, morreu. Durante coletiva de imprensa, realizada nesta sexta-feira, o delegado comandante das investigações, Edson Moreira, disse que Eliza morreu no dia 10 de junho. Antes a polícia afirmava que a vítima havia morrido entre os dias 8 e 9 do mês passado.

Moreira, que chamou o dia 10 de derradeiro, manteve basicamente a mesma versão que já havia divulgado: Eliza foi estrangulada na casa do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

O delegado não mencionou nenhuma prova nova ou depoimento para a alteração da data.

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