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domingo, outubro 31

SERRA PARABENIZA DILMA E DEIXA VOLTA EM 2014 ABERTA

Após quase três horas da proclamação que deu a vitória pela Presidência à Dilma Rousseff, o candidato derrotado do PSDB, José Serra, reconheceu a vitória da petista. Serra fez um discurso de cerca de dez minutos, em São Paulo, e parabenizou a presidente eleita.
- Quero cumprimentar a candidata eleita Dilma Rousseff e desejar que faça bem para o nosso país.

Em seu discurso, Serra agradeceu à militância tucana e os aliados que o ajudaram na disputa. Em especial, o tucano destacou o empenho do governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin.

No palanque em que o discurso foi feito, estavam presente o vice do tucano, o deputado federal Indio da Costa (DEM), o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), o senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, e a mulher de Serra, Monica Serra.

O tucano também agradeceu aos cerca de 43 milhões de brasileiros que votaram nele neste segundo turno.

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BOCA DE URNA MOSTRA DILMA COM 14 PONTOS DE VANTAGEM

A pesquisa de boca de urna apurada pelo Ibope neste domingo trará Dilma Rousseff à frente do tucano José Serra com folga. A vantagem de Dilma será de 14 pontos. Segundo apurado, Dilma recebeu 57% dos votos e Serra, 43%.


A divulgação oficial dos números ocorre as 19h na TV Globo.

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"VAMPIRO" DIZ QUE VOTARIA EM SERRA

O menino Gustavo, de 6 anos, foi vestido de vampiro para esperar o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, votar no colégio Santa Cruz, na zona oeste de São Paulo.

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Nos ombros da mãe e com direito a dentes falsos, o menino contou que estava vestido para o Halloween e que, se pudesse, votava no tucano.

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LULA DIZ QUE SERRA SAI MENOR DESSA ELEIÇÃO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste domingo, 31, após votar em São Bernardo do Campo, na grande São Paulo, que o candidato tucano à Presidência, José Serra, sai menor desta eleição e descartou participar de um eventual governo Dilma.

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O Serra sai menor dessa eleição. A virulência do Serra em relação à companheira Dilma foi uma coisa inimaginável, disse Lula, que votou pela manhã em uma escola de São Bernardo do Campo.

Questionado sobre sua participação em um eventual governo encabeçado pela presidenciável petista Dilma Rousseff, Lula foi taxativo: Não existe nenhuma possibilidade de um ex-presidente fazer parte de um governo. A Dilma tem que fazer um governo com a cara dela.

Lula também descartou voltar a se candidatar à Presidência em 2014. Não cogito concorrer de novo, a Dilma vai tomar posse dia 1º de janeiro e eu não vou estar lá, declarou. “Eu tenho certeza que ela vai fazer um  grande governo neste país.

O presidente disse que pensa em viajar pelo Brasil após deixar o Palácio do Planalto e afirmou ter muita coisa pra fazer pelo Brasil. Quero voltar  a viajar pelo País, não tem como desaparecer a minha relação com a sociedade, observou.

Caso Tiririca


Lula comentou o caso do deputado federal eleito do PR Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca: Acho uma cretinice o que estão fazendo com ele. É um desrespeito. As pessoas que querem que ele faça essa prova (para demonstrar que é alfabetizado) é quem deveria fazê-la, disse o presidente.

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sábado, outubro 23

ISTOÉ: A BAIXARIA DOS SANTINHOS NA CAMPANHA MAIS SUJA DA HISTÓRIA

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POLÍCIA FEDERAL APREENDEU 2mi DE SANTINHOS


Eu gostaria de chamar a atenção para este papel que estão distribuindo na igreja. Acusam a candidata do PT, em nome da Igreja. Não é verdade. Isso não é jeito de fazer política. A Igreja não está autorizando essas coisas. Isso não é postura de cristão. Cara a cara com José Serra e sua equipe de campanha, frei Francisco Gonçalves de Souza passou-lhes um pito. O religioso comandava a missa em homenagem a São Francisco, no sábado 16, em Canindé, no sertão cearense. Meia hora após o início do culto, Serra tinha chegado à basílica, onde se espremiam cerca de 30 mil devotos, atraídos à cidade para uma tradicional romaria. O candidato tucano, acompanhado do senador Tasso Jereissati e de outros correligionários, estava em campanha. Em tese, aquele seria um palanque perfeito para alguém que, como Serra, tem peregrinado por templos religiosos se anunciando como um cristão fervoroso. Enquanto ele assistia à missa, barulhentos cabos eleitorais distribuíam panfletos. Os papéis acusavam Dilma Rousseff de defender terroristas, o aborto e a corrupção. Frei Francisco resolveu reagir ao circo e, então, o que era para ser uma peça publicitária do PSDB transformou-se num enorme vexame. Sob aplausos dos fiéis, o franciscano pediu que Serra e Jereissatti não atrapalhassem a cerimônia e que se retirassem, se não estavam ali para rezar. Jereissatti, descontrolado, passou a gritar que o padre era um petista e tentou subir no altar. As cenas gravadas pelas equipes de tevê de Serra jamais seriam usadas na campanha.

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TÁTICA TUCANA NÃO DEU CERTO. INSTITUTOS DE PESQUISA
APONTAM ACENTUADA QUEDA DE SERRA  NA ÚLTIMA SEMANA


A saia-justa em Canindé foi apenas o primeiro sinal de que a estratégia tucana de apelar a preconceitos religiosos e difamação estava começando a dar errado. Um dia depois, no domingo 17, no bairro do Cambuci, região central de São Paulo, a Polícia Federal apreendia dois milhões de panfletos anti-Dilma numa gráfica pertencente à irmã e ao sobrinho de Sérgio Kobayashi, um dos mais influentes coordenadores da campanha do PSDB. A partir daí, pouco a pouco, vinha a público a armação de uma guerra suja comandada pela central de boatos instalada no comitê central de Serra. É a maior campanha de mentiras já montada em uma eleição. Os panfletos apreendidos evidenciavam que os tucanos montaram um bureau especializado em divulgar difamações, reunindo profissionais da mentira com a tarefa de espalharem boatos envolvendo principalmente sexo e aborto. Com tentáculos no submundo da campanha eleitoral, este aparelho utiliza-se de setores radicais geralmente afeitos à sombra da atividade política institucional: integralistas, monarquistas da direita extremada e setores ultraconservadores da Igreja (leia quadros acima e ao lado). Ao contrário do que pressupõe a biografia oficial de Serra, esses fatos demonstram que para tentar vencer a eleição o ex-governador paulista fez parceria até com grupos que sempre estiveram ao lado do autoritarismo.


A distribuição de panfletos caluniosos em paróquias que estão sob a jurisdição de outros bispos provocou um racha na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O embate ideológico que existiu nos primeiros anos da CNBB, mas estava ausente nas últimas décadas, ameaça voltar após as eleições, avalia dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Franca. Fiéis não param de telefonar e mandar e-mails para a Cúria Diocesana de Guarulhos condenando o comportamento de dom Luiz. Eles questionam: se os cofres da igreja estão quase vazios, com que dinheiro o bispo vai pagar a encomenda dos panfletos que beneficiam Serra? Na segunda-feira, recebi uma ligação de dom Luiz pedindo desculpas pelos transtornos, contou à revista ISTOÉ Paulo Ogawa, administrador da gráfica que trabalha para o PSDB. O Kelmon também telefonou, disse ele. Garantiu que eu não ficaria no prejuízo e que a fatura do material apreendido pela PF, no valor de R$ 30 mil, poderia ser enviada porque a igreja iria pagar.

 As acusações contra Dilma que aparecem nestes panfletos são idênticas às divulgadas pela central de boatos dos tucanos na internet. No bureau de difamação instalado no QG tucano trabalham 30 troleiros, como são chamados os militantes que rastreiam e espalham pelas redes de computadores propagandas negativas e calúnias sobre a candidata do PT. O comitê da campanha de Serra ocupa quatro andares do antigo Edifício Joelma, no centro de São Paulo. No térreo fica o chamado baixo clero, que recebe informações de militantes que estão nas ruas e busca cooptar lideranças de diversos segmentos, como o dos religiosos. É ali que trabalham operadores como o pastor Alcides Cantóia Jr. Ele coordena com afinco o grupo dos evangélicos que, entre seus trunfos, se orgulha de ter conseguido a adesão do pastor Silas Malafaia, do Rio de Janeiro, estrela de um dos vídeos mais ferinos contra Dilma. Na última semana, o grupo foi encarregado de oferecer benefícios financeiros às igrejas e seus projetos sociais, uma forma de compra de votos que deverá ser investigada pelo Ministério Público Eleitoral. O cérebro do bureau fica no 20º andar do Joelma, ninho dos tucanos mais poderosos. A avalanche de baixarias que eles produzem é tão intensa que o PT já recebeu mais de cinco mil denúncias sobre mensagens e vídeos ofensivos à candidata petista. Apesar de toda essa estrutura, o presidenciável Serra procura se apresentar como vítima e cinicamente afirma que foi o PT que colocou o debate sobre o aborto na pauta eleitoral. Não foi.

Para combater a disseminação de calúnias, a coordenação da campanha de Dilma criou, na semana passada, uma espécie de disque-denúncia em 59 cidades brasileiras. Há indícios veementes de que os panfletos apreendidos pela PF foram produzidos pela campanha de nosso adversário, disse o deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP). A despesa é por conta da diocese de Guarulhos, que tem pleno direito a manifestar-se sobre questões que considera relevantes, retrucou Serra. A alegação do tucano não é verdadeira, como explica o advogado Eduardo Nobre, especialista em direito eleitoral: Entidade religiosa não pode fazer doações para candidatos ou partidos políticos. Os bispos que assinaram o manifesto podem ser processados por calúnia e difamação e ser obrigados a pagar multa.

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segunda-feira, outubro 4

SERRA NEGA SURPRESA E MANDA UM SALVE PARA MARINA


O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, comemorou no início da madrugada desta segunda-feira a ida para o segundo turno com a adversária do PT, Dilma Rousseff. Segundo colocado na disputa, o tucano obteve cerca de 32% dos votos válidos, contra 46% da concorrente petista.


Em discurso em São Paulo, o tucano agradeceu aos eleitores, e negou ter ficado surpreso com o resultado.
- Não foram as pesquisas [eleitorais], foi o povo brasileiro que nos trouxe até aqui. [...] Minha felicidade agora é imensa. Mas não estou tão surpreso porque sabia da força que o povo iria nos dar no dia de hoje.

Serra chegou ao segundo turno também em decorrência dos votos obtidos pela candidata do PV, Marina Silva, que foi votada por cerca de 19% dos eleitores. Ao final de seu discurso, o candidato parabenizou a concorrente verde:
-Queria me congratular com a Marina Silva pela votação expressiva. Ela contribuiu para o jogo democrático do Brasil. E também por ter aproximado da política tantos jovens do Brasil que, através dela, se mobilizaram.
Mais cedo, Marina comemorou o resultado e se disse vitoriosa pelo número de votos obtidos. A candidata verde, porém, ainda não divulgou quem irá apoiar no segundo turno.

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domingo, outubro 3

VICE DE SERRA DIZ QUE DIRCEU GOVERNARÁ BRASIL CASO DILMA GANHE

O candidato a vice na chapa tucana, Índio da Costa, do DEM, votou pela manhã na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Para o deputado, que diz acreditar no segundo turno, caso o PT vença as eleições, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu governará o País. No dia 1º de janeiro, querendo ou não, Lula vai embora. Se Dilma (Rousseff) ganhar, quem manda é o Dirceu. Quem tem poder no PT é o Dirceu, disse.

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Índio afirmou também que o PT tem uma ditadura como projeto político. Índio deixou a zona eleitoral por volta das 9h e foi direto ao aeroporto Santos Dumont, de onde embarca para São Paulo para passar o dia com o candidato à Presidência da República, José Serra, do PSDB.

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sábado, outubro 2

SERRA FAZ ADAPTAÇÃO DO SLOGAN DE MARINA

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Na manhã deste sábado, o candidato à presidência da República pelo PSDB, José Serra, caminhou ao lado de cadeirantes na avenida Paulista, em São Paulo, e afirmou que o Brasil não tem dono nem cor. O Brasil não tem cor vermelha, cor verde ou cor azul, o Brasil é multicolorido e não tem dono. Na verdade, a onda dessa eleição é a onda verde e amarela, afirmou Serra, em referência ao jargão onda verde - para a chegada ao segundo turno - que a candidata do PV Marina Silva tem usado na reta final de sua campanha.

Ao longo da caminhada, o presidenciável pediu aos eleitores: vamos ao segundo turno pelo bem desse País.

Questionado sobre como estavam seus nervos de aço - característica a qual ele mesmo se atribui - nos últimos dias de campanha, Serra respondeu: o aço não se decompõe, é inoxidáve". Para o tucano, a campanha viveu de momentos especiais. Quase todos os dias teve um (momento), comemorou.

Serra cogitou colocar esse momento em um possível livro de memórias que pretende escrever daqui a 20 ou 30 anos. Na véspera da eleição, agradeço a todos os brasileiros e brasileiras que me acolheram com carinho, enfatizou.

O candidato do PSDB evitou abordar temas polêmicos na caminhada, como a perda de apoio por parte do PTB à sua candidatura e a afirmação feita pela adversária petista Dilma Rousseff nesta manhã de que a pior parte de sua campanha foram as mentiras sorrateiras do baixo mundo da política. Serra também não comentou a declaração do presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna, de um suposto apoio ao tucano no segundo turno.

Serra acrescentou ainda: o nosso povo é aquele que quer construir um País mais justo e mais generoso. Este povo que quer um governo honesto e trabalhador, que quer um presidente que seja de todos.

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MARINA DIZ SER MELHOR QUE SERRA PARA 2° TURNO

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A candidata à Presidência da República, Marina Silva (PV), aproveitou o último dia de campanha para fazer uma carreata em bairros do subúrbio da Zona Norte do Rio de Janeiro, acompanhada do candidato do PV ao governo do RJ, Fernando Gabeira, e de aliados. Ao fim do percurso, a candidata demonstrou que está confiante em um segundo turno.

O Brasil sabe que eu sou um segundo turno competitivo, e tenho condição de competir com a Dilma de igual para igual. O Serra é a repetição do que foi em 2006. Eu sou a grande novidade, e o Brasil sinaliza o desejo de ter uma mulher na presidência, declarou.

Marina Silva também fez promessas de melhorias para as áreas da educação, saúde, segurança e transporte público. Após a caminhada, ela disse acreditar que vai conseguir mais votos que os esperados na eleição."O que está nas ruas é maior que o que as pesquisas conseguem mostrar. E o que está no coração das pessoas vai se manifestar no dia 3, afirmou a presidenciável.

Após falar à imprensa, ela seguiu em um voo fretado para Diamantina (MG), onde vai realizar outros compromissos da campanha. No final do dia ela viaja para Rio Branco (AC), onde vota no domingo.
Marina disse esperar acompanhar a apuração das urnas junto de seu candidato a vice, o empresário Guilherme Leal, e com aliados do partido, mas ainda não há certeza se será em São Paulo ou em outro estado.

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DILMA, SERRA E PLÍNIO SE CONCENTRAM EM SP NO FINAL DA CAMPANHA

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Os quatro candidatos à Presidência mais bem colocados nas pesquisas eleitorais dedicaram a manhã e parte da tarde deste sábado, véspera das eleições, a um último esforço em busca de votos. A eleição vai das 8h às 17h deste domingo, em todo o país.

 A candidata do PT, Dilma Rousseff, esteve pela manhã na sede do sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo, e, depois, participou de carreata pela cidade acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma negou que o PT esteja preparando uma festa para comemorar a vitória no primeiro turno. Ninguém está preparando festa nenhuma, disse.

O candidato José Serra (PSDB) realizou caminhada no começo da tarde na Avenida Paulista, em São Paulo. Em uma espécie de avaliação da primeira etapa da campanha, o presidenciável se disse confiante no segundo turno e afirmou que o Brasil não tem dono.

A candidata do PV, Marina Silva, aproveitou o último dia de campanha para fazer uma carreata em bairros do subúrbio da Zona Norte do Rio de Janeiro, acompanhada do candidato do PV ao governo do estado, Fernando Gabeira, e de aliados. Ao fim do percurso, a candidata disse estar confiante em um segundo turno.

O candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, fez caminhada no começo da tarde deste sábado pelo Centro de São Paulo. Ele circulou pela região da Praça do Patriarca por cerca de 30 minutos.

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segunda-feira, setembro 27

SERRA SURPREENDE AO CITAR GOVERNO FHC

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, evitou embates diretos com a petista Dilma Rousseff no debate realizado neste domingo pela TV Record. O confronto entre os dois ocorreu em apenas um momento, quando Serra questionou a adversária sobre loteamento político em agências reguladoras.

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Nas outras ocasiões, sempre que tinha a oportunidade de escolher alguém para fazer uma pergunta, Serra apontava a candidata do PV, Marina Silva, ou o candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio. Foi para Plínio, aliás, que ele encaminhou o primeiro questionamento.

Diferentemente do que fez em debates anteriores, no encontro de ontem Serra citou em mais de um momento o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, antecessor de Lula no Palácio do Planalto.

Durante praticamente toda a campanha, o tucano foi questionado e criticado porque estaria escondendo o colega de partido de seus programas e evitando mencioná-lo em debates e entrevistas. Na gestão FHC, Serra foi ministro do Planejamento e da Saúde.

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